Aquecimento – a sua importância

AQUECER

Em alta competição ou simplesmente para quem realiza exercício físico numa vertente não competitiva, é de ter sempre em conta o aquecimento e o retorno à calma, pois são cruciais e não deverão ser negligenciados ou alvo de realização incorrecta.

Por exemplo, o facto de irmos disputar um jogo de futebol ao ar livre numa tarde de Verão, com 28ºC de temperatura ambiente, não significa que não tenhamos de aquecer. O aquecimento externo não pode ser confundido com aquecimento interno. É, portanto, indispensável que se realize um prévio aquecimento para:

1) aumentar extensibilidade tecido conjuntivo e prevenir lesões musculares;
2) aumentar fluxo sanguíneo aos músculos solicitados;
3) aumentar temperatura corporal;
4) preparar o indivíduo psicologicamente para a acção principal.

Este aquecimento deve englobar uma parte mais geral, com a realização de exercícios rítmicos e continuados, que envolvem os grandes grupos musculares e, uma parte mais específica, já relativa à tarefa principal, com exercícios específicos.

Não interessa, nesta fase, realizar um trabalho de alongamento estático prolongado, que leve à quebra da activação produzida pelo aquecimento. De forma concreta, se se tratar de um aquecimento prévio a um jogo de futebol, pode-se iniciar aquecimento com ligeira corrida, corrida lateral, de costas, mudanças de direcção e depois começar a introduzir exercícios mais específicos, com ou sem recurso à bola, que procurem recriar movimentos da situação competitiva, como por exemplo, 2 a 2 e realizar passe com pé direito e esquerdo, salto e cabeceamento, entre outros.

Por isso já sabem, se treinarem ou competirem, aqueçam!

Fonte: Revista Sport Life.
(Rodrigo Ruivo – Exercício e Saúde)

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