Porque precisamos de antioxidantes?

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A respiração é essencial à vida, mas nem tudo tem só um lado positivo. Enquanto respiramos também são produzidas outras substâncias reactivas chamadas de Radicais Livres de Oxigénio (RLO) que podem vir a representar um perigo causando danos em cadeia com o efeito dominó para a nossa saúde a vários níveis. Apesar do nosso organismo possuir mecanismos de neutralização desses danos, existe um grande precedente, estes dependem dos nutrientes que encontramos nos alimentos e do estilo de vida que adoptamos. Entrámos nesta batalha logo desde que nascemos, sem sabermos.

Existem outros factores que aumentam a produção dos RLO como o avançar da idade, a exposição solar excessiva, o consumo de tabaco, a ingestão de álcool em excesso, a toma de alguns medicamentos e suplementos, a poluição e contacto com solventes, a prática intensiva de desporto, uma acentuada perda de peso , e uma alimentação deficiente.

A defesa do organismo para neutralizar este dano é feita em sinergia por enzimas que só estarão activas se tivermos uma boa ingestão de nutrientes essenciais às nossas defesas como o Cobre, o Zinco, o Selénio, a Vitamina B2 encontrados em alimentos naturais. Outros nutrientes com acção antioxidante são igualmente uma arma essencial como por exemplo o ácido lipóico, o betacaroteno, a vitamina C, a vitamina E e os polifenóis.

Esta é apenas mais uma das milhares de razões pelas quais devemos estar atentos à nossa alimentação particularmente à ingestão de legumes e fruta e ao estilo de vida. Para satisfazer a necessidade destes nutrientes essenciais às nossas defesas é obrigatória uma alimentação equilibrada num estilo de vida positivo que nos satisfaça de forma a ser mantido ao longo da vida. A produção de RLO e a sua neutralização normalmente chegam a um equilíbrio nestas condições.

Quando a produção de RLO é excessiva para a capacidade de neutralizar as suas acções, as células e os vasos do nosso corpo sofrem um dano celular irreversível . Será o equivalente a acelerar o envelhecimento. A manutenção desse estado confere perigo porque é considerado o primeiro passo para o desenvolvimento de várias doenças como cancro ou doenças cardiovasculares e patologias neurodegenerativas como Parkinson, Alzheimer, ou a Diabetes tipo 1 e tipo 2, entre outras.

Elaborado por: Beyoulogic

(Nutricionista Bárbara Cancela de Abreu)

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